Secretário de Ruy mantém funcionário “fantasma”
Ariovaldo de Melo Filho contratou assessor para trabalhar em seu hotel, mas recebendo pela Prefeitura
A farra com o dinheiro público continua
sendo corriqueira na Prefeitura. O atual prefeito, Ruy Muniz, é a
continuidade da gestão Tadeu também no que se relaciona com os
malfeitos. Agora, o secretário adjunto de Desenvolvimento Econômico
Ariovaldo de Melo Filho, é acusado de manter cabo eleitoral na folha da
Prefeitura, mas trabalhando em hotel de sua propriedade.
Interessado em concorrer às eleições do ano que vem, Melo Filho teria contratado Rodrigo Ribeiro para cuidar de sua imagem e lhe dar visibilidade política. Pelo acordo inicial, Ribeiro seria absorvido num determinado gabinete na Câmara Municipal, possivelmente da presidência, mas o secretário adjunto optou por nomeá-lo para cargo na sua secretaria. Há comentários que a vaga na Câmara teria ficado com uma pessoa próxima do contratado.
A função de Rodrigo Ribeiro no hotel, onde passa o dia inteiro, quando deveria estar na Prefeitura, é receber pessoas para reuniões políticas de interesse de Ariovaldo Melo. O prestígio do assessor é tão grande que ele teria recebido de presente do chefe um Palio Economy zero quilômetro, para fazer o trabalho político. A atitude pode caracterizar improbidade administrativa e crime de peculato (usar a função pública para obter vantagem pessoal).
Interessado em concorrer às eleições do ano que vem, Melo Filho teria contratado Rodrigo Ribeiro para cuidar de sua imagem e lhe dar visibilidade política. Pelo acordo inicial, Ribeiro seria absorvido num determinado gabinete na Câmara Municipal, possivelmente da presidência, mas o secretário adjunto optou por nomeá-lo para cargo na sua secretaria. Há comentários que a vaga na Câmara teria ficado com uma pessoa próxima do contratado.
A função de Rodrigo Ribeiro no hotel, onde passa o dia inteiro, quando deveria estar na Prefeitura, é receber pessoas para reuniões políticas de interesse de Ariovaldo Melo. O prestígio do assessor é tão grande que ele teria recebido de presente do chefe um Palio Economy zero quilômetro, para fazer o trabalho político. A atitude pode caracterizar improbidade administrativa e crime de peculato (usar a função pública para obter vantagem pessoal).
Fonte: emcimadanoticia.com
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