Com superpoderes de "primeira ministra", a primeira dama Raquel Muniz é a
chefe de gabinete do marido, Ruy Muniz. Há quem questiona a legalidade
pelo lado do nepotismo. Mas, certamente é amoral e antiético nomear a
esposa como chefe de gabinete, sem dúvidas. Rumores dão conta que Raquel
tem ares de primeira ministra e não de primeira dama. Raquel atende em
seu gabinete exerce funções que vão além de chefe de gabinete. No local
ela atende e libera pedidos de exames, questões relacionadas a Funorte e
também exerce influencia sobre o mandato do marido. Também é a espiã
oficial do prefeito na Câmara de vereadores. Pode até ser legal, mas soa
bem ter a esposa como chefe de gabinete. Seria nepotismo?
Fonte: Visão Norte Mineira

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