A primeira dama, chefe de gabinete do prefeito, presidente da APAS,
enfim, Raquel Muniz tem ocupado na Câmara de vereadores espaço reservado
a imprensa. Inscrita como jornalista do órgão de imprensa do marido, um
jornal de circulação municipal, a primeira dama atua como espiã do
prefeito. Alguns vereadores se sentem pressionados pela presença da
chefe de gabinete, outros não se importam, acham normal. No entan to, o
comportamento da "jornalista" começou a interferir no decoro da Câmara.
Durante as sessões ela tem interrompido discursos de vereadores sempre
que algo de negativo em relação à atual administração é pronunciado na
tribuna. O tom utilizado pela mulher do prefeito não é dos mais
educados, chega a bater boca com alguns membros do legislativo
municipal. Requerimento foi enviado ao presidente da Câmara por vereador
que teve a sua fala interrompida, porém nada foi feito apenas um
memorando foi enviado ao jornal ao qual Raquel é vinculada. A primeira
dama continua frequentando as sessões e fazendo suas incursões nos
discursos dos vereadores. As opiniões dos membros da casa se dividem,
mas a maioria não vê como positiva a atitude da primeira dama, que perde
a etiqueta ao agir de maneira indevida em um local importante para a
população. É necessário que haja fiscalização e cobrança dos vereadores,
mas por via legal e não de forma "barraqueira" diminuindo o nível da
conversa e quebrando o decoro habitual das sessões da casa.
Fonte: visaonortemineira.blogspot.com
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