Servidores protestam e reunião da Câmara é encerrada mais cedo
Embora na pauta da reunião ordinária
dessa terça-feira, mais umavez, a Câmara Municipal não vota projeto do
Executivo, que reajuste salários dos servidores municipais com índice de
3,5% a 9%. Apesar de o projeto ter sido discutido por algum tempo, com
vereadores se posicionando contrários e favoráveis, a pressão dos
servidores da educação, que se manifestaram, levou o vereador Antonio
Silveira, do PTN, presidente do Legislativo, a encerrar a reunião mais
cedo. Com faixas e cartazes, servidores voltaram a lotar o plenário e se
manifestaram diante das colocações, mesmo conscientes de que o
Regimento Interno não permite vaias ou aplausos. Sugeriu-se que o
projeto seja desmembrado, para facilitar a votação. A ideia, no entanto,
foi recusada pelos servidores. Ele deve retornar à pauta na reunião
desta quinta-feira cedo, no distrito de São João da Vereda, que será
realizada a requerimento do vereador Ladislau Ferreira, do PMDB.
A pauta da reunião dessa terça-feira contou com dez projetos, sendo o do reajuste para os servidores o mais polêmico, que tramita na Casa há cerca de um mês sem um desfecho.
Outros foram votados e aprovados. Quando o presidente anunciou a discussão do aumento salarial, servidores que se acotovelaram no plenário, com faixas e cartazes, começaram a se manifestar. A maioria propondo aos vereadores a rejeição da matéria, sob o argumento de que não se justifica, de forma alguma, o percentual proposto aos servidores da educação, o que significa a desvalorização da categoria Estes foram se manifestando à medida que os vereadores discursavam, com aplausos e vaias, o que obrigou o presidente a adverti-los por diversas vezes.
(...) O vereador Eduardo Madureira, do PT, protestou contra a falta de diálogo. Para o petista, a proposição com índice de 3,5% é um desrespeito aos servidores.
Vice-presidente da Câmara Municipal, o vereador Cláudio Prates, do PTB, deixou claro que o que está em discussão não é somente a questão salarial, mas também as condições de trabalho. A exemplo dos colegas, reclamou da falta de diálogo, que não permite resolver a questão de forma a atender ambas as partes. O vereador Idelfonso da Saúde, do PMDB, usou a palavra para anunciar o voto contrário ao projeto. Expresidente da Casa e hoje porta-voz do Executivo, o vereador Valcir da Ademoc, do PTB, afirmou que não poderia ser contra o reajuste para os servidores, provocando a reação imediata dos presentes, que reagiram com vaias.
O vereador Diu Andrade, do PSL, informou que na condição de servidor público é impedido de votar, pela legislação, mas sugeriu que o projeto seja desmembrado, para se acabar com a polêmica no tocante ao índice da educação. A proposta foi rechaçada de pronto pelos servidores. O vereador Fernandão Anjos do Futuro, do PRTB, garante que o projeto é incoerente e não deve ser aprovado.
O vereador Ildeu Maia, do PP, manifestou-se favorável à proposta, ao frisar que jamais poderia ser contrário ao reajuste salarial. Os servidores, no entanto, reagiram e começaram a protestar. Eles tiveram a atenção chamada, mais uma vez, pelo presidente e como não atenderem aos pedidos, a reunião foi encerrada.
A pauta da reunião dessa terça-feira contou com dez projetos, sendo o do reajuste para os servidores o mais polêmico, que tramita na Casa há cerca de um mês sem um desfecho.
Outros foram votados e aprovados. Quando o presidente anunciou a discussão do aumento salarial, servidores que se acotovelaram no plenário, com faixas e cartazes, começaram a se manifestar. A maioria propondo aos vereadores a rejeição da matéria, sob o argumento de que não se justifica, de forma alguma, o percentual proposto aos servidores da educação, o que significa a desvalorização da categoria Estes foram se manifestando à medida que os vereadores discursavam, com aplausos e vaias, o que obrigou o presidente a adverti-los por diversas vezes.
(...) O vereador Eduardo Madureira, do PT, protestou contra a falta de diálogo. Para o petista, a proposição com índice de 3,5% é um desrespeito aos servidores.
Vice-presidente da Câmara Municipal, o vereador Cláudio Prates, do PTB, deixou claro que o que está em discussão não é somente a questão salarial, mas também as condições de trabalho. A exemplo dos colegas, reclamou da falta de diálogo, que não permite resolver a questão de forma a atender ambas as partes. O vereador Idelfonso da Saúde, do PMDB, usou a palavra para anunciar o voto contrário ao projeto. Expresidente da Casa e hoje porta-voz do Executivo, o vereador Valcir da Ademoc, do PTB, afirmou que não poderia ser contra o reajuste para os servidores, provocando a reação imediata dos presentes, que reagiram com vaias.
O vereador Diu Andrade, do PSL, informou que na condição de servidor público é impedido de votar, pela legislação, mas sugeriu que o projeto seja desmembrado, para se acabar com a polêmica no tocante ao índice da educação. A proposta foi rechaçada de pronto pelos servidores. O vereador Fernandão Anjos do Futuro, do PRTB, garante que o projeto é incoerente e não deve ser aprovado.
O vereador Ildeu Maia, do PP, manifestou-se favorável à proposta, ao frisar que jamais poderia ser contrário ao reajuste salarial. Os servidores, no entanto, reagiram e começaram a protestar. Eles tiveram a atenção chamada, mais uma vez, pelo presidente e como não atenderem aos pedidos, a reunião foi encerrada.
Fonte: Jornal de Notícas
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