Zezé e Gustavo Perrella são denunciados por improbidade administrativa
Acusação é baseada em supostas irregularidades nos contratos entre a empresa Limeira Agropecuária, da família Perrella, e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig)

O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com uma ação contra o senador mineiro Zezé Perrella (PDT), o filho dele e deputado estadual Gustavo Perrella (SDD) e outras três pessoas por improbidade administrativa. A acusação é baseada em supostas irregularidades nos contratos entre a empresa Limeira Agropecuária, da família Perrella, e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
Conforme a denúncia, contratos firmados sem licitação entre as duas partes entre os anos de 2007 e 2011 podem ter causado rombo de R$ 14,5 milhões aos cofres estaduais. A Limeira foi contratada para fornecer sementes a produtores rurais por meio do programa Minas Sem Fome, do governo do Estado.
Acusação é baseada em supostas irregularidades nos contratos entre a empresa Limeira Agropecuária, da família Perrella, e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig)
O Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) entrou com uma ação contra o senador mineiro Zezé Perrella (PDT), o filho dele e deputado estadual Gustavo Perrella (SDD) e outras três pessoas por improbidade administrativa. A acusação é baseada em supostas irregularidades nos contratos entre a empresa Limeira Agropecuária, da família Perrella, e a Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (Epamig).
Conforme a denúncia, contratos firmados sem licitação entre as duas partes entre os anos de 2007 e 2011 podem ter causado rombo de R$ 14,5 milhões aos cofres estaduais. A Limeira foi contratada para fornecer sementes a produtores rurais por meio do programa Minas Sem Fome, do governo do Estado.
Outro agravante é o fato de a empresa
ter, entre seus sócios, dois parlamentares – Zezé e Gustavo – o que
impediria a participação da companhia mesmo que houvesse licitação, de
acordo com o promotor Eduardo Nepomuceno, da Promotoria de Defesa do
Patrimônio Público do MPMG, em entrevista à TV Globo.
O que chamou a atenção do Ministério
Público foi a compra da Fazenda Guará, em Morada Nova de Minas, região
Centro-Oeste, avaliada em R$ 60 milhões. De acordo com a denúncia, é
nessa propriedade que os grãos eram produzidos, inclusive com supervisão
de um técnico da Epamig.
A reportagem tentou entrar em contato
com o promotor Eduardo Nepomuceno, o senador Zezé Perrella e o deputado
Gustavo, mas nenhum deles atendeu ou retornou às ligações.
Gestores
Além dos parlamentares Zezé e Gustavo
Perrella, os ex-presidentes da Epamig Baldonedo Arthur Napoleão e
Antônio Lima Bandeira, também respondem ao processo do MP.
O Tempo com agências
fonte - emcimadanoticia.com
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